20/04/2017

Imagens terapêuticas

Sinto muitas vezes que vivo numa bolha pequena e espessa. Quem olha para dentro da bolha o que vê? Alegria? Independência? ...? 
Um espaço acolhedor que convida a entrar? Ou demasiado fria que nem apetece tocar?
Serei livre? Viverei ou sobreviverei? Sinto que passo muito tempo sozinha e que muitas vezes o que tenho para dizer, quando estou acompanhada, não vai acrescentar valor. Como balançar o falar por tudo e por nada, com o não falar de todo... não vá eu parecer ridícula.

Na cabeça a certeza dos planos idealizados e não realizados, no coração o desejo de viver uma vida mais vivida. Já dizia o Lennon:  Life is what happens to you while you are busy making other plans. 

Tudo se resume à questão: como jogar ao rebenta a bolha sem me magoar ou sentir demasiado exposta?

4 comentários:

  1. Apetece espetar-lhe um palito. Será que saem de lá unicórnios cor-de-rosa às risquinhas roxas com olhos verdes? Hmm...

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    1. Sofia, que gargalhada mandei ao ler o teu comentário. Será que eu fora da bolha sou um unicórnio cor-de-rosa às riscas roxas? Beijo*

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  2. O truque é não querer saber. Hahah! Não, mas a sério. O maior problema e todos nós sofremos do mesmo, uns mais que outros, é overthinking. Quanto menos pensarmos, mais momentos espontâneos acontecem e nos enchem o coração. Apenas te estou a conhecer agora, através das tuas palavras, mas já tenho uma enorme vontade de te conhecer ao vivo. Não sou de todo uma pessoa de conversa de circunstância, e sendo uma pessoa pouco social, entendo-te na perfeição. Às vezes penso no mesmo, e chego sempre à conclusão que nos dias em que penso menos sou mais feliz.
    Wow que confusão de comentário. Espero que tenha feito algum sentido.
    Um abraço

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  3. Um abraço Inês * :) Comentário tão bom!

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