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28/02/2017

Off sight | Sintra

Recebi o convite da Marta, já perto da meia noite. Perguntava-me se me queria juntar ao passeio por Sintra com o intuito de fotografar casas abandonadas para o projeto Off Sight. Não tendo nada combinado e gostando de explorar locais abandonados, como não aceitar? Encontrámo-nos na estação. Com a Marta, a Guida e a Raquel e partimos à aventura.
Chegadas a Sintra, a primeira casa onde entrámos era um antigo Centro de Saúde. Havia sinais de estar a ser ocupada por pessoas e animais. Apesar de àquela hora estar vazia só de pensar que a qualquer momento poderiam voltar... tirei algumas fotografias e saí. Não sou fã de encontros imediatos especialmente com animais que vêem o seu espaço invadido. 
Depois, dos travesseiros e queijadas da praxe, entrámos noutra casa. Esta não tinha vestígios de estar a ser ocupada e foi onde passámos mais tempo. A porta estava aberta e eu fui abrindo as janelas que consegui. Esta casa, que está à venda, tem uma vista brutal para o Palácio da Vila e por entre papéis rasgados e gavetas abertas, adivinham-se histórias... 
Nesta casa, pedi à Marta que se abeirasse da janela para lhe fazer um retrato. Uma forma simples de agradecer o convite. Já sabes Marta, para passeios, viagens, comida e fotografias, podes convidar sempre: estou pronta!
Off Sight Original

23/02/2017

Mudar de Vida

 
Não sei exatamente como começar este post, na minha cabeça habita um emaranhado de pensamentos. Não a vi chegar mas a minha vida mudou na última semana. Andei duas semanas a oscilar entre trabalhos, a despedir-me do antigo e a pôr o pé devagarinho no novo. Arrisquei o que tinha, cheia de medo das novas funções, mas seguia em frente, mergulhava de cabeça no desconhecido. Adivinhava-se um parto difícil como é habitual - não sou boa com começos! Até que descobri que a compensação não era a que esperava. 
Saltei fora! No dia em que fazia a festa de despedida no antigo emprego informava no outro que não poderia avançar por um valor tão baixo. E os comentários sucediam-se: "E agora? O que é que vais fazer? Então?... Não preferes ficar lá, mesmo sendo menos dinheiro, do que ficar sem nada? Tu é que sabes. É uma boa oportunidade."
É difícil o embate com a realidade. Se por um lado me acalmou saber que não teria de passar por um começo cheio de responsabilidades e expectativas, por outro, há responsabilidades que não se pagam sozinhas.
No dia seguinte, depois de ter formalizado tudo. Cheguei a casa e dormi cinco horas. Acho que o meu corpo se quis inibir de pensar em tudo o que estava a acontecer.
Entretanto já fui a uma entrevista. Não fiquei para o lugar a que me candidatava, mas gostaram de mim e propuseram-me um part-time. Aceitei! É longe, são poucas horas, mas o valor é relativamente justo para as tarefas/responsabilidades. Eu não tenho medo de trabalhar, não posso é aceitar que achem que estou em saldos.
Chamem-me louca, corajosa ou fraca. Não sei o que fui ou consigo estar a ser no meio deste processo. Só sei que tudo isto me devolve sempre a mesma pergunta: "Como é que consigo descobrir o que me faz feliz?"

18/02/2017

Tardei

05/02/2017

Your vision? Or people pleasing?

Tenho um novo trabalho. Um trabalho mais exigente. Um trabalho de coordenação: de equipa, de recursos, de expectativas... Estou apavorada porque quero garantir que nada falha e tenho medo de descobrir que ainda não tenho competências para tudo.
Falhar vai acontecer! É preciso aprender a lidar com isso. O que também vai acontecer são as mentes conformadas não ficarem felizes com as decisões... E quando isso acontecer? Escolho a visão que tenho para a educação? Ou tento agradar a toda a gente?
A resposta parece óbvia, mas muitas vezes, inconscientemente, escolho agradar. Procura de validação externa? Sentimento de pertença? Não sei.
'You cannot be committed to something and make everybody happy. Just not possible! So, what do you choose? Your vision? Or people pleasing?'
@alexipanos
Só sei que quero seguir a minha visão... mesmo que isso signifique agradar a toda a gente. Serei forte o suficiente? 
Fotografia by LuisaStarling

04/02/2017

1 Second Everyday - Janeiro 2017

Sigo o meiadeleite há alguns anos. Acho que cheguei a ele através do PostCrossing. Mas das coisas que mais gosto é de ver o 1 Second Everyday. Também já tinha visto a TED talk do fundador do conceito Cesar Kuriyama, mas ainda não tinha a aplicação e quando passou a existir não a descarreguei logo.
Decidi começar este registo em 2017, aqui fica a o primeiro mês.



Destaques:
- Aniversários: pai, Ana Isabel e Cuca;
- Primeiro dia no novo emprego.

1SE - 1 SECOND EVERYDAY
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